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[REVIEW] Henry Hatsworth in The Puzzling Adventure

Postado por Lobim quinta-feira, julho 08, 2010 Comments

Henry Hatsworth CAPA

Saudações caros leitores deste humilde blog, em minha primeira postagem aqui (segunda na verdade, já que a primeira foi postada pelo Shinka) não poderia deixar de dar as minhas saudações.
Meu pseudônimo internetês (ou nick, como alguns dizem) é Lobim e já participo da DS Party a algum tempo principalmente em eventos, pois ainda não havia conseguido tempo e inspiração suficiente para postar, caso deseje saber mais sobre mim, acesse a página dos colaboradores.

Mas já chega de enrolação, não posso fazer nada se essa é uma das minhas especialidades e por isso ninguém gosta de mim, e vamos ao que interessa, que é o review desse jogo genial (até porque, prefiro os jogos geniais).

Henry Hatsworth

O jogo em questão é Henry Hatsworth in The Puzzling Adventure, um jogo que de fácil não tem nada, é um jogo que se você quiser chegar no final, terá que se esforçar muito, quebrar a cabeça, orar para o deus sagrado do Arkanoid e gritar "É uma put* falta de sacanagem!" muitas vezes durante a jogatina.

Esses são os requisitos básicos, se você não se acha capaz de fazer algum deles, desista, pois o jogo é um daqueles que ri na sua cara e vai embora.

Henry Hatsworth

Embora pareça brincadeira, o jogo no início se mostra um jogo fácil, mas depois, se mostra um jogo praticamente impossível, a dificuldade dele vai aumentando tanto que chega em um nível que você imagina que é praticamente impossível passar, mas é possível sim.

Esse é um daqueles jogos que não é só mais um jogo de DS, ele é mais um GRANDE jogo de DS, e que pouquíssima gente conhece. A genialidade do jogo se deve a ele misturar três gêneros ao mesmo tempo, que é Plataforma (New Super Mario Bros. é um exemplo de jogo de plataforma), Quebra-cabeças (Polarium é um exemplo de jogo de quebra-cabeças) e Aventura (Trace Memory / Another Code: Two Memories é um exemplo de jogo de Aventura), mostrando que se trata de um jogo totalmente incomum.

Henry Hatsworth / Layton


Quer saber como tudo isso se mistura? Grande parte do jogo é plataforma e aventura, mas é no quebra-cabeças aonde você consegue energia, restaurar a sua vida e acabar definitivamente com os monstros! Em outras palavras, o jogo roda em torno do quebra-cabeças, não deixe ele de lado ou senão você irá se arrepender.

Essa é uma das grandes inovações desse jogo, conseguiram criar um jogo que mistura três gêneros ao mesmo tempo e por igual, de forma que ficou uma mistura agradável e divertida.

Veja abaixo um vídeo com o Gameplay:



Introdução do jogo:

"Uma lenda conta sobre um mundo mágico cheio de inúmeros tesouros... E me refiro a uma quantidade imensurável: havia ouro em todos os lados e gemas de todos os tamanhos e cores... E a entrada para esse mundo era o traje mais elegante que poderia existir. Era um traje tão sofisticado que apenas um homem poderia utilizar. Um homem que de tão refinado e luxuoso...

...poderia conquistar o mundo!

Durante muito tempo, muitas pessoas tentaram vestir o glorioso traje, mas infelizmente ninguém estava a sua altura. E no final, o traje acabou caindo no esquecimento, mas ainda existem pessoas que anseiam tal poder.
"

Henry Hatsworth

O jogo começa com Cole contando essa historinha para Henry Hatsworth, um mestre na arte de caçar tesouros, que debocha dele dizendo que estava em busca apenas de um traje dourado, não de um traje mágico, e ainda afirma que essas histórias não passam de mentiras inventadas. Logo em seguida, Henry Hatsworth sai em busca do traje na floresta e encontra um chapéu dourado bastante estranho, que fez com que algumas coisas sinistras acontecessem.

No final, Henry Hatsworth descobre que abriu a passagem para o reino dos quebra-cabeças (que não é formado apenas de tesouros, mas também de monstros de todos os tipos) e que a tal lenda era verdadeira.

Henry Hatsworth

Agora resta a Henry Hatsworth reunir todas as peças do traje (que ao todo são 9 peças) e fechar o reino dos quebra-cabeças, mas claro que isso não será tão fácil, um outro mestre na arte de caçar tesouros chamado Weasleby também vai procurar as peças do traje, mas claro que não vai ser para lhe ajudar.

Weasleby quer reunir as peças do traje mágico para ter controle sobre o reino dos quebra-cabeças e ainda dominar o mundo com o poder do traje, que contém um poder imensurável. Ele fará tudo possível para derrotá-lo.

Weasleby - Henry Hatsworth

Só você poderá salvar o mundo dos monstros do reino do quebra-cabeças que estão a solta e de Weasleby e a sua ambição.

Para sua missão ficar um pouco mais fácil, seu discípulo Cole irá coletar informações sobre o reino do quebra-cabeças e lhe vender alguns artíficios indispensáveis para a sua aventura.

Henry Hatsworth


E então? Está esperando o quê? Vai perder a oportunidade de jogar este jogo incrível? Particularmente, considero-o como o melhor jogo de plataforma feito para DS, ou seja, o jogo é bom mesmo!

Segue abaixo algumas imagens e um vídeo com o gameplay do jogo:

Henry Hatsworth Henry Hatsworth


Caso tenha interesse em baixar as músicas originais do jogo, você pode baixá-las no site oficial do jogo, ou seja, o download é 100% legal, vamos lá, não se acanhe, você não irá se arrepender! Além das músicas, há outras coisas que você pode baixar legalmente no site do jogo, não perca!

Por enquanto é só, aguardem por mais posts. =)

Até mais,
Lobim



Review - Megaman Zero Collection

Postado por -- quinta-feira, junho 10, 2010 Comments


E ai gurizada, tudo certo com vocês?
Hoje venho falar um pouquinho do mais "novo" lançamento da franquia MegaMan,
MegaMan Zero Collection, que foi lançado para o DS no ultimo dia 8.



Lançado em 2002 para o portátil da Nintendo, GameBoy Advanced, a série era um spin-off da franquia MegaMan, ou seja, outra franquia milhões de anos no futuro, sem ter um jogo que ligasse MegaMan X com MegaMan Zero. Até ai tudo bem, não é novidade que a Capcom não tapa os buracos na historia de MegaMan, mas como fã da versão X da franquia, eu estava com um pé atrás em se tratar de MegaMan Zero...

"Mas como assim, só vamos jogar com o Zero? WTF?"

Apesar da desconfiança, peguei o jogo e comecei a me aventurar em um mundo pós Elf-War, evento que ocorreu entre MegaMan X e MegaMan Zero, que obviamente não foi mostrado, apenas ficamos sabendo de historias que nos são passadas durante a série.

A Historia do primeiro jogo é basicamente a mesma da versão X, aquele Reploid, que vira Maverick, se rebela contra a humanidade, e decide fazer um mundo só de maquinas. . não, não vamos enfrentar Sigma nessa versão, o inimigo é um velho conhecido, e uma nova versão de um clássico vilão. . .








MegaMan Zero Collection, como o nome sugere, é uma coletânea com os 4 jogos do GBA, ótimo para quem é fã, quanto para quem nunca jogou essa série.






Os jogos em si são os mesmos, não melhoraram os visuais, que por sinal não são ruins, mesmas armas, mesma trilha sonora, apenas adaptaram o gameplay para as duas telas do Nintendo DS,em cima se passa a jogatina normal, e na tela de baixo vemos imagens de momentos chave do
jogo a medida que vamos avançando.



A dois modos de jogo, um que podemos jogar todos os 4 MegaMan Zero de uma vez só, continunado um após o outro, que eu achei extremamente facíl, já que saímos com os Elf mais fortes do jogo liberados, também com todos os Sub-T liberados.
Em outro podemos jogar cada um dos jogos em separado, com o MegaMan Zero pelado, sem Elf, sem Sub-T, sem p%$#a nenhuma, o que é o mais indicado para os experientes :B



Então, basicamente, é uma nova experiência para quem não havia jogado esse clássico, que nem é tão velho assim, e uma boa volta no tempo pra quem jogou e curtiu MegaMan Zero. E o melhor, nesse país que temos que pagar um absurdo pelos nossos jogos, 4 pelo preço de 1 não é nada mal ;)

Recomendo para quem é fã e pra quem não é fã também do bombardeiro azul. . vermelho. . . espadachim. . . sei lá :P

Até a proxima o//

Pokemon Ranger: Path of Light

Postado por Mario Toledo quinta-feira, março 11, 2010 Comments

 
Pokemon Ranger é uma série spinof de Pokemon para o Nintendo DS. Diferente do habitual RPG, em Pokemon Ranger voce não captura o pokemon com pokebolas, e sim com um dispositivo utilizado por pokemons rangers para usar o pokemon temporariamente. Para capturar o pokemon, voce deve encontra-lo em um lugar especifico, e quando feito, o pokemon aparecerá na sua tela de touch, e voce deve fazer círculos contínuos em volta dele até ele ser capturado.
Os pokemons capturados servem para serem utilizados em objetivos no jogo, como apagar um fogo, empurrar uma pedra, cortar uma árvore, e etc. Eles tambem podem ser utilizados em capturas de outros pokemons, aumentando o poder de seu dispositivo na captura, paralizando o pokemon, ou criando obstaculos a sua volta, o impedindo de quebrar o círculo.
O jogo consiste em completar missões atribuídas a voce, que quando completas, fazem seu rank de ranger aumentar, e voce receberá missões mais complexas com o passar do jogo.

Lançado dia 6 de março no Japão, Pokemon Ranger: Path of Light, a nova sequencia de Pokemon Ranger, tem algumas novidades interessantes. Agora, será possível escolher entre um menino ou uma menina ao iniciar o jogo (o que deve ser um alívio para as mulheres jogadoras).
Além disso, agora, ao invés de um Minum ser seu companheiro de aventuras, voce será ajudado por um Pichu kawaii(*¬*), que usa um pequeno violão para te ajudar com seus especiais, quando solicitado. Outra mudança significante foram os gráficos, que apesar de serem 2D, estão mais bonitos e atraentes.

Também foi implantado um sistema Multiplayer de jogo. Com até 4 amigos, será possível participar de missões em conjunto, e auxiliar um ao outro no modo de captura.

Pokemon Ranger: Path of Light ainda não tem data de anúncio para sua versão americana, mas se voce é fã de pokémon, esperar nunca é demais para poder jogar um bom jogo.



Fonte: http://ds.gamespy.com

Custom Robo Arena

Postado por -- terça-feira, março 09, 2010 Comments




E ai galera, tudo tranquilo?
Venho trazer hoje para vocês um review do divertidíssimo Custom Robo Arena, da Noise.

O game se passa em um mundo onde robôs de batalha são a mania do pessoal, muito parecido com o anime Medabots, tanto a gurizada como os mais velhos se ligam em robôs, ou seja, você vai ter muuuuuitas batalhas pela frente até completar este game.
Com uma história simples, um tanto clichê, sem muitas tramas e reviravoltas dos jogos de RPG modernos, CRA é jogo de luta bem descontraído e que traz bastante diversão para os jogadores.


Assim que você começa o game, já vai ser bombardeado com batalhas, e uma trilha sonora com muito rock and roll, mas, um pouco repetitivas, nada que estrague as belas batalhas entre robôs.



Os personagens são até bem carismáticos, a família do personagem principal é composta por sua irmã mais velha, o pai e a mãe. Outra coisa repetitiva são os fins dos dias, parece que fizeram essa cutscene uma vez para o começo do jogo, e só copiaram e colaram ao longo do jogo.



Os gráficos são um show a parte, nas partes de RPG são bem parecidos com Pokémon, talvez um pouco menos polidos, mas bem similares, já as batalhas, com gráficos 3D, até bem bons para os padrões do DS, são bem divertidas, só os robôs que o personagem enfrenta se repetem algumas vezes, o legal mesmo são os campeonatos, que tem um nivél de dificuldade maior que as batalhas comuns, mas nada que um gamer mediano não consiga cuidar.




A jogabilidade é muito boa, os robôs respondem rapidamente aos comandos do DS, e também não a quedas de FPS durante as batalhas, o que é muito bom, pois algumas são bem frenéticas.
O jogo ainda conta com uma bela customização dos robôs, você pode mudar, braço esquerdo, braço direito, pernas, bots auxiliares que ficam nas costas do robô, e também o modelo do robô.

Juntando tudo, Custom Robo Arena é um belo jogo de combate entre mechas, com uma historia mediana, sons e gráficos bons, mas um tanto repetitivos, pode ser jogado sem pretensão nem uma, só para distrair, ou aliviar o estresse nas latas velhas que os inimigos usam. ;p




Se você esta sem um bom jogo de luta, com elementos de RPG, Custom Robo Arena é o seu jogo, eu curti bastante, ainda mais com a bela customização dos robôs, ele ainda tem Nintendo Wi-Fi Connection, ou seja, você e seus amigos vão poder se espancar nas arenas do game, o que é realmente divertido, recomendo a todos.





Notas:
Sons: 6,5
Gráficos: 7,5
Jogabilidade: 8,0
História: 6,5

Dia Internacional da Mulher

Postado por Mario Toledo segunda-feira, março 08, 2010 Comments




 
Hoje, no Dia Internacional da Mulher, vamos falar especialmente delas, que ganharam um grande espaço no mercado de games: as mulheres games. Antigamente costumava-se dizer que video-games eram coisas de homem. Hoje em dia isto não existe mais... É claro que a grande maioria dos gamers ainda são homens, mas  a quantidade de mulheres que jogam video-game aumentou muito nos ultimos tempos, principalmente com a chegada dos consoles da Nintendo. Entendo que como um ponto de vista de vendas, por a grande quantidade de jogadores serem homens, a maioria dos jogos produzidos são voltados a mente masculina, sendo violentos e agressivos, e a maioria das mulheres jogadoras tem de se contentar com isso. Mas existem sim jogos feitos especialmente para mulheres, e a Nintendo é campeã em produção destes games, em especial ao Nintendo DS, que possui a maior quantidade de jogos voltados para mulheres, do que os outros consoles. Abaixo, vou ligar alguns jogos que  grande maioria das mulheres costumam jogar:

Cooking Mama

Cooking mama é um super-divertidíssimo simulador de cozinha, onde voce joga minigames em que voce deve preparar pratos, seguindo as instruções na tela, de uma forma muito divertida. O jogo foi declarado um jogo "feminino" não por ser apenas sobre culinária, mas sim por ter uma interface bonita e gráficos coloridos. Além disso, não é porque o jogo é declarado para mulheres que homens não podem joga-lo. Muitas vezes eu ja consegui desestressar de um dia tenso no trabalho/faculdade jogando cooking mama... especialmente quando eu tenho uma faca na mão e uma carne para cortar *¬*... E mesmo que eu estrague tudo, eu não preciso me preocupar, porque a mama conserta para mim *3*

Nintendogs

Nintendogs foi feito para todos os públicos, mas seu maior público é um público feminino. No jogo, voce tem o seu próprio cachorro, e interage com ele de diversas formas. Voce pode ensinar truques, alimenta-lo, dar banho, brincar, passear e participar de campeonatos. Este foi o carro chefe da Nintendo para jogos femininos. Como a maioria das garotas gostou muito do jogo, muitos outros jogos sairam baseados em simuladores de pets... existe tantos que eu ja nem sei mais, mas entre eles, então Me and my Horse, Me and my Panda, Me and my Dromedalho.... o céu é o limite D:



Harvest Moon DS: Cute

Para quem não conhece, Harvest Moon é o melhor e mais conhecido simulador de fazenda ja feito. No controle do seu personagem, voce deve trazer de volta a vida uma fazenda herdada por voce, havendo de plantar, colher, regar e cuidar de seu animais. Acontece que Harvest Moon abrange uma grande variedade de coisas a se fazer, como fazer amigos na cidade, e arranjar uma namorada para se casar. O jogo é conhecido mundialmente, e por ter ganho um grande espaço entre as mulheres, a produtora Natsume lançou uma versão feminina do jogo, onde ao invés de controlar um garoto, voce controla uma garota, onde a maioria de seus pertences são rosas, e voce deve se casar com um dos homens da cidade disponíveis. Agora, eu nunca joguei a versão feminina, mas adoraria saber como fica em relação a ter o filho no jogo *¬*...

Os jogos listados a cima não são uma visão pessoal dos jogos para mulheres, e sim do ponto de vista das estatísticas dos jogos jogados por mulheres, as não quer dizer que muitas não gostem de otros jogos... Ja vi muitas meninas jogarem "Resident Evil", assim como ja vi homens jogarem "Hanna Montana"... Então, eu dedico este post para voces, mulheres, que tem tanto bom gosto nos jogos quanto nós, homens.

Fonte:
http://www.womengamers.com

Review: Might and Magic: Clash of Heroes

Postado por Snaw quinta-feira, março 04, 2010 Comments


Olá Pessoas ! Tio Snaw ( ou MK, como preferirem ) passando aqui pela primeira vez para deixar esse Review esperto pra vocês. =]
Espero que gostem pois, no futuro, aparecerei com mais freqüência. =)

Guerreiros, Dragões, Vampiros, Zombies, Mages, Titans, Demons, Imps, Ursos, Entes e muito mais (Uffa xD), fazem parte deste emocionante jogo de estratégia distribuído pela Ubsoft. Clash of Heroes é o mais novo para a plataforma da série Might and Magic. Com seus combates envolventes e um ótimo enredo, o game consegue fazer a cabeça de muitas pessoas independente do gênero.
Um de seus pontos fortes no jogo, é o modo em os combates são realizados; Além de se pensar em estratégias de ataque e defesa, cada unidade que é escolhida para a luta tem seu próprio level, que aumenta conforme seu progresso no desenrolar da história, e dependendo do mesmo, seus atributos de Ataque/Defesa e Delay Progridem ou Regridem, deixando as batalhas muito mais competitivas estratégicamente falando.





Em paralelo, suas trilhas sonoras e o modo Campanha também dão um Show de Bola, ou melhor, um Show de Guerra. Seu enredo simplesmente lhe faz querer sempre jogar ainda mais, além de possibilitar o uso de Infantarias bloqueadas no Quick Battle. A história é dividida em 5 capítulos dos quais você terá de representará o papel de todos heros do jogo, cada qual em um capítulo. Considerando que cada personagem tem suas próprias infantarias com valores de ataque, defesa, delay, e especiais diferentes e que durante o modo campanha você terá de jogar com todos eles, ao final do game, você se tornará um verdadeiro especialista e conhecerá os pontos fortes e fracos de cada Hero, derrubando assim, qualquer inimigo.

Durante suas jornadas no modo Campanha, você terá de comprar unidades, evolui-las, não deixá-las morrerem ( pois assim perderam pontos de habilidades), montar estratégias e altas horas de diversão =]. A grande variedade de Infantarias, cada qual com sua variedade de heros existente desse game,o faz ser um grande concorrente lado a lado com grandes nomes.
Agora, junte tudo dessa grande receita e adicione uma pitada apimentada de Multiplayer....Perfeito =].

Ei !, você que está lendo esse Review, sentado na frente do computador e ainda não experimentou o game...O que está esperando para jogá-lo? Adquira já o seu, e garanta horas de diversão.

Ficou curioso para saber como funciona? Confira o trailer Oficial.


Snaw


Review: Ace Attorney Investigations

Postado por Osmariobro quarta-feira, março 03, 2010 Comments

Hello, companheiros, após um looongo período de ausência de minha parte, apareço hoje para lhes falar do mais recente game da série Ace Attorney. E, devo dizer, após completar o jogo, fiquei muito satisfeito com o resultado. Embora, como grande fã que sou, também fico querendo mais. E tudo indica que meus desejos (e de muita gente) serão realizados.


Miles Edgeworth é bastante conhecido pelos fãs como o maior rival de Phoenix Wright, e também o promotor mais astuto que o advogado já encarou. Tanto, que a Capcom resolveu criar uma aventura só dele - e é deste game que estamos falando.
Quem já jogou os outros quatro games da série está acostumado a juntar pistas, arrancar informações de algumas testemunhas, apresentar evidências e argumentar no tribunal. Tudo num estilo Point & Click (além de utilizar o microfone do DS para soprar o pó de localizar impressões digitais, e gritar Objection!). Desta vez, o cenário está um pouco alterado. Edgeworth pode mover-se livremente, interagir diretamente com o ambiente (Phoenix quase nunca tinha direito de tocar em algumas coisas, especialmente nas cenas dos crimes), e até passar ordens para subordinados. E, falando neles, dificilmente o promotor andará sozinho durante o jogo. Um novo recurso chamado Partner faz com que ele interrogue e apresente provas para alguém que esteja acompanhando-o (os parceiros variam em muitas ocasiões, e diga-se de passagem, alguns são bastante inesperados). O Partner também pode ajudar com algum recurso especial, como uma aparelhagem ou o direito de acessar alguma área.



Na história, que se passa alguns meses após os eventos de Trials & Tribulations, Edgeworth está voltando de uma viagem do exterior, e antes mesmo de chegar em casa se vê metido numa investigação envolvendo contrabando, falsificação, roubos e assassinatos premeditados. Apesar de quase nunca colocar os pés na corte, mesmo fora de seu território ele põe em prática suas técnicas de lógica (uma das maiores novidades do jogo), e interroga várias pessoas em busca de, segundo ele, a Perfeita Verdade.
A lógica (Logic) é usada da seguinte forma: cada informação nova vai para a mente de Edgeworth, e o jogador deve buscar fatores comuns entre esses dados. Se houver coincidências, abrem-se novas possibilidades. Por exemplo, numa sala há um cadáver com uma perfuração de bala. Próximo dele há uma arma, mas sem sinais de disparo. Então, logicamente, aquela não é a arma do crime.



São cinco casos que o promotor deve encarar (sendo que um é um flashback), e no caminho ele encontrará muitas pessoas, e até alguns conhecidos, como Larry Butz, Ema Skye, Maggey Byrde e até mesmo Lotta Hart. E uma coisa boa é que o jogo mostra bastante o lado pessoal do promotor, e, perdoem o spoiler... eu achava que Phoenix Wright era azarado. Comprovei que Edgeworth é tanto quanto, às vezes até mais. Felizmente, sua inteligência lhe favorece na maior parte do tempo. Talvez por isso, o jogo em si é tecnicamente mais fácil que os outros quatro anteriores. Como as informações são registradas na Logic, não é necessário ficar na tentativa e erro a maior parte do tempo (que, aliás, o próprio Edgeworth considera um amadorismo). Outra coisa é que são raros os momentos em que se fica com a corda no pescoço (na pele de Phoenix muitas vezes para provar alguma coisa, só era dada uma chance), tornando a parte investigativa mais trabalhosa que a interrogatória. No entanto, quando o culpado de algum dos crimes é descoberto, é necessário apresentar as evidências. E, desta vez, os criminosos não se entregam facilmente. Só para se ter uma idéia, no último caso demorei mais de três horas para comprovar a culpabilidade do acusado. Ele inventou umas CINQÜENTA desculpas, e cada uma delas tinha que ser desmentida. E ele não é o único a fazer isto...


Uma coisa engraçada do jogo é que ele explora também o lado pessoal de muitos personagens que não tinham muito foco quando se jogava com Phoenix. E, falando no advogado, ele só é mencionado a partir de pronomes e adjetivos (ele, aquele homem, um certo advogado, o cara de terno azul, etc). E outra coisa que acontece são as situações surpresa que todos os games da série apresentam. Por exemplo, Phoenix nunca interrogou uma certa pessoa nos seus games, mas Edgeworth o faz neste. Da mesma forma, uma outra pessoa (que tem fama de fria, calculista e impassível) mostra que tem sentimentos e consciência neste jogo. Mas a maior surpresa para mim foi descobrir de quem o Edgeworth é fã...
Outros fatores curiosos são as familiaridades com os games anteriores: até a piada da escada está presente! Além de algumas menções de personagens que só conheceríamos em Apollo Justice, como os Gramarye.



E, de todos os personagens novos, a que mais me chamou a atenção foi Kay Faraday. Já vi e ouvi comentários de pessoas falando que ela é páreo forte para a Maya (mais útil, até). Além disso, tem a história dela e o seu papel no jogo, mas isso, eu prefiro que vejam com os próprios olhos.



Finalizando, seja você um fã  da série como eu, ou alguém que procure um bom game para usar o cérebro, Miles Edgeworth: Ace Attorney Investigations é ideal para você. Aproveitando, quem tiver um Wii, o primeiro jogo da série, Phoenix Wright: Ace Attorney, foi lançado para WiiWare.
Usando de lógica... Ace Attorney + Jogador = Diversão absoluta?!  EUREKA!!!  
       

Review - Call of Duty: Modern Warfare: Mobilized

Postado por Guilherme Link-san sexta-feira, dezembro 11, 2009 Comments

COD: MW: Mobilized tentou ir na calda do cometa "Modern Warfare 2" e aproveitar todo o hype sobre o seu irmão mais velho para tentar fazer uma graninha extra para a Activision.

Nada mais justo, afinal, Mobilized é um bom jogo, mas sozinho poderia ter conseguido um certo sucesso. Mas antes de começar a explicar, vamos fazer uma lista dos prós e contras:

Prós:
Armas mais equilibradas
Maior variedade de armas
Diferentes veiculos a serem pilotados
Novos mini-games durante o Single Player
Tutorial opcional

Contras:
I.A. inimiga muito fraca
Mira inimiga muito perfeita
Modo Single Player muito curto
Radar ineficiente
Ainda não ensinam como devolver as granadas
Ausência de história/enredo

Explicando cada um deles:

Armas mais equilibradas: Para quem jogou o primeiro Modern Warfare no DS deve se lembrar de que precisavamos descarregar a metralhadora no inimigo para que ele morresse. Mesmo na cabeça, com a pistola por exemplo, eram necessários 3 TIROS!!!

Dessa vez, mesmo mirando no torso, com uma rajada de metralhadora (em média as metralhadoras do jogo tem 3 tiros com cada apertar do gatilho) o inimigo é eliminado. Excelente! E agora a "Shotgun" ficou mais fraca, antes com um tiro a queima roupa você era morto. Em Mobilized, você precisa levar pelo menos 2 tiros.

Maior variedade de armas: Na verdade, o básico é sempre o mesmo, pistola, espingarda, metralhadora leve, metralhadora pesada, arma com mira telescópica e bazuca, isso nunca vai mudar.

Mas cada divisão ganhou armas diferentes, nenhuma repetida. Na parte de espingardas temos até uma AA-12! Não sabe o que é isso? Imagine uma metralhadora que atira munição de ESPINGARDA CALIBRE 12!!! INSANO!

Diferente veiculos a serem pilotados: Na verdade acho que só o Tanque de guerra que podemos pilotar, os outros nós cuidamos apenas da artilharia, como o Helicóptero, onde podemos atirar com uma Mini-Gun. No avião, novamente cuidamos do bombardeio.

Ah e o tanque de guerra... Como posso dizer.. É PÉSSIMO! A mira dele "escorrega" e é terrivelmente dificil de mirar, espero que melhorem em um possível lançamento.

Novos minigames: Ah esses ficaram legais, principalmente o minigame da bomba atomica. Nele precisamos escanear a bomba, desparafusar, cortar os fiozinhos e quebrar os chips, bem rapidinho. Já o de hackear o computador ficou bem sem graça. A principio ele parece bem dificil, mas depois você percebe que é só ficar chutando os números que uma hora você adivinha. Tem o dos satélites, que você precisa alinhar... esse encheu um pouco a paciência.

Tutorial opcional: Siiiim... se você tem o minimo de experiências com FPS no DS, ou seja, jogou pelo menos 1 único jogo no DS, você se sairá muito bem no Mobilized e pode pular o tutorial. No primeiro COD:MW o tutorial é muito chato...

Agora os contras:

I.A. Inimiga: Resumindo... Eles ficam parados na sua frente atirando para tudo quanto é lado. Sério, o máximo que eles fazem é se esconder para recarregar, eles não traçam uma estratégia, eles correm na sua frente e nem tentam te cercar, apenas param no local predefinido e pronto, esperam para morrer. Raramente jogam uma granada de volta, e olha que no COD4:MW eu morri várias vezes por causa disso.

Mira inimiga: Isso meio que contra-diz o meu texto acima, mas é verdade. Aqueles que são definidos como snipers ou aqueles que ficam com aquelas metralhadoras fixas tem uma mira muito perfeita. É só você deixar um pouquinho de corpo a mostra e KABUM! Já era, recomeça a fase.

Single Player muito curto: Sério, muito curto mesmo. O COD4:MW é enorme, demorei semanas para terminar, principalmente por que morria a toda hora. Mas esse novo além de fácil, tem pouquissimas fases e as fases são muito faceis de terminar.

Radar: Terrível, ele só avisa da posição do inimigo quando ele está te crivando de balas e a tela já quase toda vermelha. Em COD4, o radar te avisa com enorme antecedência onde o oponente estava, era perfeito. E novamente eles não mostram o cenário. Pô, esse radar é como um sonar, ele deveria mostrar as formações sólidas, como paredes.



Devolver granadas: Até hoje não sei como faz para devolver grandas... simples...

História/Enredo: Não existe, apenas mandam você matar um monte de terroristas, coisa de Estadunidense mesmo.

O jogo é ruim? Claro que não! Excelente, gostei muito. Posso estar errado, mas acho que deram uma melhorada nos gráficos. A jogabilidade continua excelente, os controles também. A parte sonora está excepcional, ainda mais se você usar um fone de ouvido.

Infelizmente ainda não tive a oportunidade de experimentar o modo Multiplayer, mas aposto que está muito mais divertido que o anterior, ainda com essas novas armas e armas mais equilibradas.

Compensa comprar? Depende, gosta de FPS? É prioridade para você? Se for, pode comprar, filhote, por que esse jogo é bom mesmo! Mas se você prefere mais um jogo do estilo platform ou RPG, não se sinta obrigado, ainda mais pelo rápido modo Single Player.

Moon DS - Review do Link

Postado por Guilherme Link-san terça-feira, agosto 18, 2009 Comments



Moon tenta nos mostrar como fazer um jogo descentemente. E não estou falando de gameplay ou de gráficos e sim de como introduzir um jogo aos seus, hã... jogadores... o.o''

Ele nos mostra de forma rápida um resumo da história: Um século depois da descoberta de Roswell, a humanidade encontrou uma espécie de escotilha, pelo menos foi a melhor tradução que achei para Hatch... Na verdade é um complexo desconhecido. Eles prontamente montam uma base e vão explorar. Você controla um Major e tem uma equipe de militares para ajudar em caso de perigo. O problema é que logo após você entrar na instalação, todos morrem, cientistas e militares e você está sozinho.

É uma história bem repetida, remete a Doom, que se passa em marte e você também é um militar e todos morrem ou são possuídos.

Enfim. O jogo tem um diferencial que é o vídeo de introdução, uma coisa bem cinematográfica mesmo, muito bom, apresentando produtores, equipe técnica e dubladores.

Graficamente o jogo está bonito, com uma introdução pré-renderizada o que deixa ela bem detalhada. O jogo tem contraste para você conseguir diferenciar os objetos e saber o que eles poderiam ser, em vez de tentar disfarçar eles com sombras ou texturas ruins.

O que ficou ruim foi o rosto dos personagens. Já que eles são pré-render, poderiam ter ficado bem melhor.

A jogabilidade ficou excelente, inclusive quando você controla o Droid ou o LOLA, um veículo espacial.

Agora, eles poderiam ter fixado melhor aquela mira quando você utiliza a SAR (Super Assault Rifle), minha nossa, sempre que eu apertava o L parecia que eu tava num terremoto e bebado ainda, o mirazinha ruim. Poxa, o personagem é um militar, ele deveria saber lidar com uma arma, mesmo estando na lua, aliás, ele foi treinado para combate na lua, senão não estaria lá.

Uma sugestão seria de que eles poderiam ter utilizado não um militar e sim um cientista, isso explicaria por que mirar é tão dificil. Mas aí seria muito parecido com o Half Life.

Vamos falar do som... Ah o som... Por favor, Renegade Kid e GameBridge, façam um BGM melhor caso façam um MOON 2, por favor. Sim, a músiquinha é ruim. Mas pelo menos a sonoplástia é bom. Escolheram sons legais para as armas, veiculos e máquina em geral.

Moon peca e muito por não ter um modo multiplayer. Todo FPS que se preze hoje em dia tem que ter obrigatóriamente um Multiplayer.

Hum, uma coisa que não gostei no Moon foi como digamos eles medem a sua "vida". Já que o personagem usa uma veste pra a Lua, a "vida" dele poderia ser o quanto de dano a armadura suporta, ficaria legal. Mas isso é coisa pequena e não altera o jogo em nada, garanto.
Moon vale a pena ser comprado se você é fan de Sci-Fi e gosta de aventuras espaciais. Se prefere uma coisa mais realista, recomendo "Call of Duty: World at War", excelente jogo e pelo menos tem um multiplayer maravilhoso...

Eu recomendo Moon DS.

YOSH! ò__ó/

Agosto
31 - [Wii] Metroid: Other M

Outubro
Ghostwire

A Ser Anunciado
Ninokuni
Okamiden
Ghost Trick
Golden Sun DS
Megaman Zero Collection
[Wii] The Last History
[Wii] The Legend of Zelda
[Wii] Epic Mickey

Fonte e mais datas:

12 de Junho a 14 de Novembro
Campeonato Brasileiro de Futebol Digital
30 de Junho a 4 de Julho
Paris - Final Mundial ESWC

02 de Julho
03 de Julho a 03 de Agosto
13 a 31 de Julho
Fortaleza - Bojogá
31 de Julho e 01 de Agosto
Nova Friburgo - Gamerama Workshow

1 de Agosto
16 a 19 de Setembro
Tokyo e Net - Tokyo Game Show"

Outubro - A definir
Brasil - Video Games Live
16 e 17 de Outubro
São Paulo - Pixel Show
22 e 23 de Outubro
Anaheim e Net - BlizzCon

=== 2011 ===
9 a 11 de Junho

* -> Eventos com participação da DS Party
" -> Eventos com cobertura da DS Party

Histórico